terça-feira, 29 de maio de 2012

A Cíntia Flores


Mulher negra rara beleza.
Força e destreza ancestralidade
Encontrada em suas tranças
Seu poder me encanta.

Flor mais bela que rompe a cela
Nasceu do betume asfáltico azeviche
Contrariando o poeta
Ela é a mais bela.

Flor dos trópicos
Flor negra preta guerreira
Que me encantou.
Flor serena que com voz pequena
Costumo chamar de minha flor.

E nesse dia simplesmente digo
Parabéns meu amor. Parabéns
Minha FLOR.
      Autor: Francisco Flores

quarta-feira, 11 de abril de 2012

BEIJO amor









Sei que não devo, sei que não posso

Sei o que quero e o que não quero

Quero o que sei, e nada sei

Quero o que quero, mas sei não posso!



Mas quando a vejo, não sei mais de nada

A razão já não vale , só coração

Comanda a ação e quando percebo

Já roubo-lhe um beijo!



Beijo! Lento gostoso, roubado

Compartilhado, beijo que une

Dois corações antes separados

Beijo com fé beijo com força



Beijo com gosto, não desgosto

Beijo mais novo, reforço de amor

Beijo suave, beijo amor...

Na boca!



                                                                              

                                                                                Francisco Flores




quarta-feira, 14 de março de 2012

A Nelson Maca

Preto... Preto ... Preto... Preto
Ele é preto. Poeta preto
Encruzilhador de caminhos
EXÚ...

Com seu jeito jogado largado
Seu estilo arrojado poeta armado
Perigoso, procurado, periculoso
Esse é mais um louco!

Nasceu nas encruzilhadas  
Fez do conhecimento suas armas
Sua performance é inigualada
Este é Nelson Maca.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

O Grito

Tanto barulho tem na cidade

Tantos ruídos há na cidade

Quero falar, mas ninguém me escuta

Tenho tanta dor...



Não sei como fazer nessa cidade

Surda.



Vou gritar VOU GRITAR, VOU GRITAR

O Grito mais ATERRORIZANTE que esta cidade

Já escutou...



VOU Gritar o grito dos mudos. Tocarei a sinfonias

Dos mudos, batucarei tambores surdos
Para que em fim eu seja ouvido

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Lucidez




Lúcido é amor que respeita seu espaço
Mulher é desdobrável.


                                                             Autor: Francisco Flores

sábado, 7 de janeiro de 2012

Confissão

Confesso não consigo mais guardar esse segredo
Confesso que me encanta esse seu jeito
Confesso não sei como agir, me portar
Confesso que só penso em te beijar

Confesso a dificuldade de saber lidar
Confesso quero aprender a negociar
Confesso a dificuldade masculina
Presente a uma figura feminina

Figura diferente que fica de frente
Figura inovada que não lava e nem passa
Figura que lê e bate com palavras
Mulher renovada, revoltada...

Confesso a dificuldade de negociar
Mas, confesso a necessidade
De aprender a te respeitar
Em qualquer lugar.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A Ilha perdida

È tempo de escola temos que ler.
Ler pra quê? Pra aprender?
Não lia livros lia músicas
Músicas boas ruins, apenas músicas

Avisa lá que eu vou
Eu sou a mosca que pousou
Em sua sopa.
Agente precisa de um super-homem
Mas, tinha um livro no meio do caminho
Não era um livro era uma história...

Livro didático não importava o volume
A ilha era a mesma...
História sem fim dormia imaginando
O que acontecia lá...

Será que chegaram, de lá saíram
Como? Não sei só existe o inicio
Era melhor ficar sem saber.

Viajei pra ilha não gostei do que vi!
Seria melhor ter ficado aqui
Por que comprei... Me frustrei.

Voltei pra casa liguei o som
Tem o brilho do sol e a luz do luar
Sou filho do mar quero levar...
Em minha ilha não fui feliz
Porém na música é amor sim!